Thursday, January 27, 2011

Gray Day

Fuck it, I´m not afraid to be alone. Is that wrong? Where were you when I felt like having someone? How long did you stay when I asked for someone? …Anyone! What did you do to me? What did you do for me?! You told me to be better. What happened to learning to be well by yourself, learn independence, be at ease with silence? You probably wouldn´t like me otherwise, you didn´t before. So don´t try to make me feel guilty. I am selfish, I am insensible, I am disconnected, I am jaded. You made me, I am your dislike because of what you forced me into. Life forced survival, don´t complain about your pre-fabricated self made outcast. I sense my happiness leaves you at discomfort, that reflects, that emanates, it feels. Wrong.

I want to be better, yes. Not for you. For me! If it hurts, how dare you blame it on me! I am contradicted by who you made me become.

Friday, June 5, 2009

Assim

Quero brincar contigo na neve. Ainda não sei como é...

Sunday, May 24, 2009

Pergunta do dia:

O que é pior na comunicação? Não saber dizer ou não querer ouvir? A falta da linguagem, ou do código para a interpretar?

Friday, May 22, 2009

Back for more

Fim do dia, semana. Ao tempo que estou para me sentar um pouco sem ninguém á volta e deixar-me fluir pelos dedos, já que pelo cérebro ainda há descompressão a acontecer. Relembrar é a palavra do momento, este que escrevo. Ao som daqueles que me impressionaram tanto e por tão longo tempo, ainda me é difícil esquecer que é com emoções que se cristalizam lembranças, que me voltam todas as suas letras e próximos acordes, de tanto que os ouvi. Dê por onde der, estes gajos escreveram um capítulo enorme do rock neste mundo, um capítulo no meu mundo. Não deixo de admirar o todo que constituiram. Aqui e ali, dou valor a cada um dos seus caminhos separados - ou pelo menos os mais emblemáticos. Axl, Mckagan, Slash, Sorum... estes foram os heróis do meu cabelo comprido, ainda me tenho a conter a cabeça e o assobio que me saiem naturalmente ao relembrar. Thank´s, Spotify.

Relembrar. É, sem dúvida... o reviver. É sentir outra vez. É olhar para o eu daquele momento. Não difere tanto, se quase algo. Ao olhar para as fotos vem ao de cima o que mal desapareceu, vem o vivido, o sentido que atravessa o então até o agora, em companhia dos pontos de interrogação. Ao mesmo tempo sorrio, porque é no relembrar de uns magníficos Guns N´Roses que me passseio por sensações, que se fundem neste passado que esteve aqui ao lado... WTF. Faz-me confusão a surdez, ou é talvez a frustração que encontro em mim próprio. Ainda é consciente o arrumar, aceitar, ás vezes forçado pela lógica marciana.

A percepção do tempo e a dinâmica das semanas que se levam dentro e fora de casa, do país, do escritório, de mim, das normas, são compiladas á rapidez... que se pode:) Os diversos níveis de pensamento para lidar e absorver as avaliações, as actividades, as saudades, as soluções, as diversões, instruções, agenda, espírito crítico, têm-me no estado Cerelac. Time to go home. Glad to be alive!!!! :D

Thursday, March 26, 2009

Criatividade, procura-se

Não me estou a sentir criativo. Bons dias, Simão. A mente está povoada de palavras, de leitura do metro, de sentimentos guardados, de mensagens, de factos, mas mesmo assim não estou a conseguir canalizar tudo neste preciso momento, está-me a faltar... está. Compreender o que e como é apenas um passo para a aceitação, deixar - letting go - é um outro. Irrita-me a tosse, ou pelo menos serve-me como desculpa. Não sei, não sei o que ou se fazer algo em relação a isso. Apetecia-me agora estar deitado. Bons dias Simão.

Friday, March 20, 2009

Semana acabada

Ligeira e apressada, dou com a semana acabada, partilhamos algo neste momento. estou capaz de ir para casa, onde uma cama convida ao repouso e inerente pensamento do que foi esta última. Foi... variada, that´s for sure. Continua a frustração, sensação que se faz perdurar, acompanhada do malvado se. Tenho pensamentos que se justificam, se anulam, se contradizem e se apoiam, e parece difícil ordená-los por agora, que estou em cima do acontecimento, do sentimento. Está esquisito, cá dentro. Dores roçam-se por razões, sabores encontram momentos, palavras que fazem sentido nesse tempo.

Está na altura de descansar bem, acordar bem. Virá o dia de amanhã, ando á procura do power off, ontem foi um bom começo. Aguenta mais um par de horas, ara parlem catalá.

Wednesday, March 18, 2009

O após

Dou comigo a pensar em nada. Dou comigo a querer pensar em tudo, sensação de sobrecarga, o fim de semana levou-me para algo que senti a necessidade de fazer e trouxe-me exaurido. Sabia ao que ia, ainda assim passar pela vivência é bem mais real do que o pensar. Dói-me a cabeça, coração, o pensar, fui reviver outra e outra vez o que levei tempos a querer esquecer, para dar comigo a frustrar todo o universo que precede o “se”. Ou vários. Agora... estar. Nada.

Travessia até á cidade incubadora das novidades Europeias para me pôr numa tempestade de emoções contrastantes, antagonizantes, sentir novamente o limiar de cada vontade, despoletado por palavras ou simplesmente o estar presente ali, á frente. Drenado. Queria desligar simplesmente, a viagem não foi fácil e ter tido a calma de não enfiar o pé na cara do condutor da ligação com a cidade acabou por ser a melhor solução, para dar lugar á alternativa escrita que o espera hoje.

Fica a frustração de tudo o resto, embrenhada no prazer que por momentos foi rever um sorriso, sentir uma calma interior, estar ao lado de, rir com alegria partilhada, tocar outra vez, genuina e autenticamente. O passeio por todas as sensações revisitadas, o sofrer outra vez, o sentir e perceber porque e como. Estou “gasto”, sinto-me desproporcionalmente viajado, travessia de meses condensado em tudo o que foram 2 dias, cansaço de (re)viver em 2 dias. Intensidade que provavelmente não esperava. Foi necessário, foi bom, foi mau, estou contente, estou triste, estou perplexo, estou incrédulo. Exposto, não podia deixar de viver o honrar, dizer, pedir desculpa, entre gumes que me picam as lembranças que me trouxeram para o aqui.

Ben, cinema, conversas, deleite em sons de riso e levar das horas. A magia daqueles momentos que escreveram futuras memórias encalham na amargura das mazelas reavivadas, amálgama embrulhada em incerteza, insatisfação pelo que podia ter sido, sabido a meias. E é aqui que caio na minha armadilha, correndo o ciclo da repetição, admito. Mas gostei. Muito.