...mas cabeça e corpo limpos! :) Começam-se a notar os meuss progressos recentes uma vez mais, desta feita no campo físico. Palavras de quem não me via há alguns meses, que me acentaram bem e serviram de motivação para continuar a trabalhar para os meus objectivos. Passo a explicar:
Na semana passada iniciou oficialmente uma competição amigável na empresa, cujo organizador tem o prazer de estar agora a escrever, que consiste em dar maior vitalidade e bem estar a todas as partes envolvidas. The Biggest FAT Looser (como no show Americano) é uma prova de medição da progressão das 13 pessoas que nela participam, em que se quer não perder peso como na maior parte destes "concursos", mas sim queimar a substância de que todos fugimos num maior ou menor grau - a maldita GORDURA. E cá estamos nós, a uma semana do seu ínicio, depois de uma ideia concreta de onde cada um se encontra á partida. Tirámos medidas que nos vão servir de controle (pesagem e medição de percentagem de tecido adiposo) e a partir daqui temos 3 meses para melhorar a nossa condição e utilizar técnicas nutricionais e de treino para obtermos resultados que entre todos serão bem distintos, mas que partilham um melhor estar como meta.
Tenho os meus bem definidos, aqui e agora os anuncio: estou presentemente nos 20% de gordura corporal, vou trabalhar para conquistar novamente uns esbeltos e equilibrados 10%, por volta dos 78-80Kgs de peso! Esse é o meu desafio, é a minha montanha e que quero dar por escalada pelo dia 21 de Julho! Desafio-me a isso, proponho-me a ultrapassar as marcas anteriormente atingidas e a melhorar a minha condição. - É esse um dos meus próximos desafios a curto prazo.
Do alto do 7º andar tenho uma vista priviligiada sobre a cidade á minha volta. Sabe um pouco a re-início, uma vez que voltamos a povoar um escritório que é estreado com a nossa subida cá para dentro, uma vez que o espaço físico começa a ter dificuldades em acompanhar o crescimento que a empresa atravessa, de maneira que entrar aqui a cada manhã volta a ter "sabor de começo" outra vez:) Daqui se vê a costa, o mar, o desenvolvimento da área industrial / comercial em redor, a Sagrada Família, o tal do Phalo - ooops, queria dizer Torre Agbar - Tibidabo, Montjuic e de quando em vez vê-se também o passado. O meu passado. O sorriso aparece de cada vez, esatabelece-se, inspira.
http://careers.vistaprint.com/ - é uma boa perspectiva do que significa trabalhar-se na Vista Print, do que é pertencer-se a esta cultura, de encontrar pessoas tão diferentes mas tão semelhantes e do que cada dia de trabalho traz no seu início. Caso alguém esteja interessado em saber que propostas de trabalho estão correntemente em aberto (e não são poucas), é favor visitar. No canto superior direito está o link para a quantidade de lugares por preencher.
Ontem a folhear uma Computer Arts, que não me custa publicitar como uma das melhores e maiores revistas de design e comunicação disponíveis no mercado, dei comigo a pensar no trabalho que eu faço aqui. Na importância e experiência em que gosto de acreditar estar a revestir o meu portfólio pessoal e profissional. Dei comigo a pensar que fazer design tem de facto um papel bastante influente no modo como este mundo é percepcionado (numa primeira e mais romantizada fase de análise) por "toda gama de utilizadores". E ao dizer toda a gente estou a criar um gradessíssimo "se". Digo isto porque, é mesmo para toda a gente que trabalhamos, é para todo o código linguístico que criamos e orientamos quase todo o projecto que fazemos. E dei comigo também a pensar que é de facto muito interessante fazê-lo, se não pelo design em sí - que esclareça-se já - definitivamente não é nem ambiciona aspirar a ser o mais "high end" ou requintado, é sem dúvida um dos mais eficientes e maleáveis na sua essência e estrutura. Na medida em que consegue "reduzir" ao denominador comum o multilinguismo que enquanto povo de cada país, todos nós temos.
Ver trabalho de outros com essa perspectiva realmente traz algo de prazer que volvidos uns meses do meu princípio nesse campo, me ajuda a poder dizer com alguma segurança que posso alojar num mesmo design o espaço para todas as variações que a mesma mensagem aporta nos tais variados códigos linguísticos. Isso é de facto muito importante, apercebi-me eu enquanto refastelado na minha cama, recostado nas almofadas que me seguravam a leitura. Dei comigo a pôr no mesmo espaço visual, várias linguas e comprimentos de mensagem, falhando algumas vezes nesse propósito de tentar alocar legivelmente, uma simples frase no seu contexto visual. Teve piada.
"Hoje é um dia especial, dou outro passo na conquista dos meus 10%!"
Monday, April 28, 2008
Friday, April 25, 2008
"I´ll be back"
O Universo (eu chamo-lhe isso) tem maneiras interessantes de trazer as coisas á realidade.
Foi uma pausa longa demais, quando se interrompe o hábito ele deixa de o ser e por vezes custa a ser re-introduzido. Pelo menos na minha cabeça não foi perdido, penso que vir até aqui largar uns pensamentos me faz bem e tenho sentido falta disso. Assumo a responsabilidade de não o ter feito mais cedo, talvez seja porque existam temas que não têm corrido tão bem como seria desejável e como tal sinto que falando deles a minha manifestação de negatividade atraísse mais do mesmo. Medos. É disso que se trata. Eu quero-os, a verdade acaba por ser essa. Não há coragem sem eles e não se desmistificam sem os confrontar. Step up! - Esta vem de Londres ainda.
Mas apesar disso, estou confiante. Tomei decisões, estou a caminho de conquistas que me inspiram e ao que parece aos que me rodeiam também, agi sobre essas frustrações, e essa sensação é algo que só se obtem no desafio e confronto, não no evitar. Acuso-me aqui de ter passado este tempo a tentar fazê-lo de uma forma consciente.
Em revista:
A minha internet continua por resolver. 3 encontros (em que os agentes da Telefonica teimam em marcar mas não comparecer) e muitos telefonemas depois, continuo com uma Livebox muito bonita e moderna em cima da mesa da sala espaçosa, que ajuda a compôr o ar do espaço habitacional daquela divisão. Tem um senão, é que continua a não cumprir a sua função, que é a de dar sinal de ligação, e estou agora sem ideia do que fazer ou a quem o fazer:)
Tenho uma queixa redigida contra a Phone House por não me aceitarem a declaração de roubo do tlm (documento emitido pelos Mossos de Esquadra, um dos orgãos de autoridade local) e pela forma como fui tratado na mesma loja, sendo acusado de que é um documento falso. Vou entregar a queixa na Defesa do Consumidor, pelo que valha ou não, ao menos faço-o. Entretanto, estou sem tlm aqui, incontactável fora do escritório e na eminência de ter que comprar novo aparelho do meu bolso.
Quero fazer um aviso ás massas nacionais. Não as culinárias, cujo slogan nos vem de tempos de infância ("O que é Nacional, é boooom..." - quase que ouço a música sobrpor-se á da que me sai dos headphones directamente para dentro dos ouvidos), mas ás outras massas. Aos Tugas! Pois aqui fica:
CUIDADO com o que dizem nas lojas Phone House, podem ser "acorrentados" ás vossas palavras numa lingua que não é vossa e as consequências podem ser no mínimo irritantes! MUITO CUIDADO, escolham bem as palavras porque não terão direito a 2ª chance. MUITO cuidado com os seguros que vos apresentam como sendo de extremo benefício e interesse, pois quando precisarem deles, pode muito bem ser que não vos valham de nada! Quem vos amiga, vosso avisado foi! - Ou algo assim:)

Para terminar, ontem ao fim do dia recebo nova correspondência da Intrum Justitia (cujo nome não deixa muito lugar á interpretação, com os avançados conhecimentos de Latim que possuo) com um aviso de medidas extremas por falta de pagamento de uma conta da Orange que bem se podia chamar Pillage (Pilhagem, em "amaricano").

Liguei imediatamente para a mesma instituição, e ofereci um valente desentope-tímpanos à pessoa que me atendeu, que finalmente acedendo aos "arquivos" se deu conta de que a referida dívida foi saldada há mais de 2 meses, cujos comprovativos fui eu caçar ao Santander e á Orange (que diga-se de passagem têm um excelente grau de comunicação - "not!"), e que lhes tinham sido enviados 2 vezes por fax pela minha honorável pessoa. Pois interessante como continuo a ser admoestado com avisos, a mais no sentido de evitar medidas extremas, imagine-se!
A estratégia dos serviços espanhóis primam pela ineficiência e interdesorganização, apostam na contínuo desgaste do utente, esperando que este se canse de fazer a sua "birra" e eventualmente vire costas, já sem forças para lutar contra os obstáculos criados no processo de solução dos seus problemas... Sinceramente estou desapontado com tudo isto (secalhar por encontrar tantas semelhanças com os nossos próprios), mas por algum motivo ter respondido e tomado acção em relação as estas 2 últimas situações parece ter-me levantado o moral. Acordei bem disposto, desejei bem ao mundo, voltei a acreditar que estamos cá para fazer algum bem, absorvi uns raios de sol ao sair de casa e pús-me a caminho de mais meia hora de leitura no metro.
Será tudo isto inspiração amorosa? :) ... Um fim de semana em Bruxelas pode muito bem estar na origem de tal optimismo, o que é facto é que numa nova fase surgem-me (-nos) também obstáculos que têm dias parecerem mais cinzentos que o clima da cidade. Surpreendeu-me o ar... "rude e crú" ("Deus" me perdoe primeiro a mim por tão vil e superficial afirmação, e depois aos próprios habitantes pela sua genética) de uma boa parte das pessoas que encontrei por aquelas paragens, pois lembraram-me alguns filmes que remetem para as tabernas medievais de tempos idos dos 1800:) Nada contra os mesmos, esta não passa mesmo de uma primeira observação e desprovida de qualquer juízo ou sequer validade estética, mas foi o que me passou pela cabeça ao percorrer com a Joana rua abaixo o centro de Namur! Fiquei também impressionado com as fachadas que misturavam o pitoresco da herança cultural da cidade e as mais refinadas delicatessen das modernices e do neo-tradicionalismo pasteleiro e produção biológica. Lugar sempre para o belo do Azeite Português que deu origem a uma conversa animada sobre o nosso património gastronómico tão famoso e rico:)



Foi uma pausa longa demais, quando se interrompe o hábito ele deixa de o ser e por vezes custa a ser re-introduzido. Pelo menos na minha cabeça não foi perdido, penso que vir até aqui largar uns pensamentos me faz bem e tenho sentido falta disso. Assumo a responsabilidade de não o ter feito mais cedo, talvez seja porque existam temas que não têm corrido tão bem como seria desejável e como tal sinto que falando deles a minha manifestação de negatividade atraísse mais do mesmo. Medos. É disso que se trata. Eu quero-os, a verdade acaba por ser essa. Não há coragem sem eles e não se desmistificam sem os confrontar. Step up! - Esta vem de Londres ainda.
Mas apesar disso, estou confiante. Tomei decisões, estou a caminho de conquistas que me inspiram e ao que parece aos que me rodeiam também, agi sobre essas frustrações, e essa sensação é algo que só se obtem no desafio e confronto, não no evitar. Acuso-me aqui de ter passado este tempo a tentar fazê-lo de uma forma consciente.
Em revista:
A minha internet continua por resolver. 3 encontros (em que os agentes da Telefonica teimam em marcar mas não comparecer) e muitos telefonemas depois, continuo com uma Livebox muito bonita e moderna em cima da mesa da sala espaçosa, que ajuda a compôr o ar do espaço habitacional daquela divisão. Tem um senão, é que continua a não cumprir a sua função, que é a de dar sinal de ligação, e estou agora sem ideia do que fazer ou a quem o fazer:)
Tenho uma queixa redigida contra a Phone House por não me aceitarem a declaração de roubo do tlm (documento emitido pelos Mossos de Esquadra, um dos orgãos de autoridade local) e pela forma como fui tratado na mesma loja, sendo acusado de que é um documento falso. Vou entregar a queixa na Defesa do Consumidor, pelo que valha ou não, ao menos faço-o. Entretanto, estou sem tlm aqui, incontactável fora do escritório e na eminência de ter que comprar novo aparelho do meu bolso.
Quero fazer um aviso ás massas nacionais. Não as culinárias, cujo slogan nos vem de tempos de infância ("O que é Nacional, é boooom..." - quase que ouço a música sobrpor-se á da que me sai dos headphones directamente para dentro dos ouvidos), mas ás outras massas. Aos Tugas! Pois aqui fica:
CUIDADO com o que dizem nas lojas Phone House, podem ser "acorrentados" ás vossas palavras numa lingua que não é vossa e as consequências podem ser no mínimo irritantes! MUITO CUIDADO, escolham bem as palavras porque não terão direito a 2ª chance. MUITO cuidado com os seguros que vos apresentam como sendo de extremo benefício e interesse, pois quando precisarem deles, pode muito bem ser que não vos valham de nada! Quem vos amiga, vosso avisado foi! - Ou algo assim:)

Para terminar, ontem ao fim do dia recebo nova correspondência da Intrum Justitia (cujo nome não deixa muito lugar á interpretação, com os avançados conhecimentos de Latim que possuo) com um aviso de medidas extremas por falta de pagamento de uma conta da Orange que bem se podia chamar Pillage (Pilhagem, em "amaricano").

Liguei imediatamente para a mesma instituição, e ofereci um valente desentope-tímpanos à pessoa que me atendeu, que finalmente acedendo aos "arquivos" se deu conta de que a referida dívida foi saldada há mais de 2 meses, cujos comprovativos fui eu caçar ao Santander e á Orange (que diga-se de passagem têm um excelente grau de comunicação - "not!"), e que lhes tinham sido enviados 2 vezes por fax pela minha honorável pessoa. Pois interessante como continuo a ser admoestado com avisos, a mais no sentido de evitar medidas extremas, imagine-se!
A estratégia dos serviços espanhóis primam pela ineficiência e interdesorganização, apostam na contínuo desgaste do utente, esperando que este se canse de fazer a sua "birra" e eventualmente vire costas, já sem forças para lutar contra os obstáculos criados no processo de solução dos seus problemas... Sinceramente estou desapontado com tudo isto (secalhar por encontrar tantas semelhanças com os nossos próprios), mas por algum motivo ter respondido e tomado acção em relação as estas 2 últimas situações parece ter-me levantado o moral. Acordei bem disposto, desejei bem ao mundo, voltei a acreditar que estamos cá para fazer algum bem, absorvi uns raios de sol ao sair de casa e pús-me a caminho de mais meia hora de leitura no metro.
Será tudo isto inspiração amorosa? :) ... Um fim de semana em Bruxelas pode muito bem estar na origem de tal optimismo, o que é facto é que numa nova fase surgem-me (-nos) também obstáculos que têm dias parecerem mais cinzentos que o clima da cidade. Surpreendeu-me o ar... "rude e crú" ("Deus" me perdoe primeiro a mim por tão vil e superficial afirmação, e depois aos próprios habitantes pela sua genética) de uma boa parte das pessoas que encontrei por aquelas paragens, pois lembraram-me alguns filmes que remetem para as tabernas medievais de tempos idos dos 1800:) Nada contra os mesmos, esta não passa mesmo de uma primeira observação e desprovida de qualquer juízo ou sequer validade estética, mas foi o que me passou pela cabeça ao percorrer com a Joana rua abaixo o centro de Namur! Fiquei também impressionado com as fachadas que misturavam o pitoresco da herança cultural da cidade e as mais refinadas delicatessen das modernices e do neo-tradicionalismo pasteleiro e produção biológica. Lugar sempre para o belo do Azeite Português que deu origem a uma conversa animada sobre o nosso património gastronómico tão famoso e rico:)
Friday, March 28, 2008
Wednesday, March 26, 2008
Tenho dias em que me sinto assim...
Mestria apenas ao alcance de alguns. Descobri este senhor muito recentemente, por incrível que pareça, apesar de todas as capas de revista e publicações "metálicas" em que o vi, nunca lhe mostrei grande interesse. Foi por comparação num youtube cada vez mais global que o descobri, se bem me lembro ao lado de um outro grande mestre de arte de guitarras. Valeu a pena descobri-lo, a curiosidade despertada foi abrindo e revelando várias facetas deste feitor de melodias que têm tanto de poderoso como de melódico. Nem sempre os 2 lados da mesma moeda se aliam, mas algo que está constantemente presente na música deste rockeiro é uma grande dose de coração, feeling e expressão que quase dói de ouvir.
Por falar em
Thursday, March 20, 2008
Sunday, March 16, 2008
Back to the drawing board
Pedalando por entre esse mar de diferenças debaixo de um sol pouco menos que ideal, o vento areja a cabeça que produz um estar próprio de domingo neste para cá e para lá das Ramblas. Pensava eu á vinda do ginásio esta manhã / tarde que este ano parece estar a adivinhar um teste ou uma prova de qualquer espécie. Como que a pedir provas do que gosto de acreditar que aprendi no meu percurso, pois de alguma forma estou a precisar de voltar a focar-me no que têm sido os meus próprios hábitos de rotina, comportamentos e zona de conforto. No meio de uma semana atribulada e ocupada, algo me sacudiu e me teve pensativo no que de mim quero e espero, na minha presença cá por este lado e em muitas maneiras de cumprir essa mesma presença. Engraçado como nos tornamos pessoas diferentes nas nossas buscas de metas e objectivos pessoais, querendo dizer que a cada momento que acontece um passo nesse sentido, a pessoa que queria determinada coisa se alterou e nesse mesmo momento redefeniu o que queria dessa mesma coisa.
Disseram-me que eu deveria escrever mais, isso relembrou-me que é verdade na medida em que me expresso de uma forma num dado momento que mais tarde me mostra a mim mesmo de onde venho, qual a minha visão nesse então. Eu fiz isto durante bastante tempo, mas por laxismo ou simplesmente por estar numa zona que não é a mais natural para mim de exteriorizar o que me vai na caixa de fusíveis, deixei de o fazer. Certo ou errado não é o que me importa aqui, o simples facto de pensar de tantas maneiras ao longo de vários presentes, sim. Embrenhado nas minhas rotinas de estruturar o que penso, a tendência de voltar a um sítio que não me serve da melhor maneira vai surgindo e de vez em quando preciso de me lembrar de me dar um chuto no cú, para voltar ao que me traz ao caminho da evolução. Das perguntas certas, das dúvidas importantes, do que interessa e importantíssimo, no que quero de verdade. Nos porquês, acho que é a maneira de lhes chamar, para que os comos me apareçam. Escrever, se fôr o que é preciso, será o que farei. Já me deu resultados. Deixei de o fazer e também aí os resultados apareceram, em mais do que uma área.
No trabalho, parece que se aproxima um "dejá-vú", até aqui os passos estão-se a repetir e dentro de pouco tempo, os resultados irão comprovar ou não o que aguardo com ansiosidade e até orgulho:)
Disseram-me que eu deveria escrever mais, isso relembrou-me que é verdade na medida em que me expresso de uma forma num dado momento que mais tarde me mostra a mim mesmo de onde venho, qual a minha visão nesse então. Eu fiz isto durante bastante tempo, mas por laxismo ou simplesmente por estar numa zona que não é a mais natural para mim de exteriorizar o que me vai na caixa de fusíveis, deixei de o fazer. Certo ou errado não é o que me importa aqui, o simples facto de pensar de tantas maneiras ao longo de vários presentes, sim. Embrenhado nas minhas rotinas de estruturar o que penso, a tendência de voltar a um sítio que não me serve da melhor maneira vai surgindo e de vez em quando preciso de me lembrar de me dar um chuto no cú, para voltar ao que me traz ao caminho da evolução. Das perguntas certas, das dúvidas importantes, do que interessa e importantíssimo, no que quero de verdade. Nos porquês, acho que é a maneira de lhes chamar, para que os comos me apareçam. Escrever, se fôr o que é preciso, será o que farei. Já me deu resultados. Deixei de o fazer e também aí os resultados apareceram, em mais do que uma área.
No trabalho, parece que se aproxima um "dejá-vú", até aqui os passos estão-se a repetir e dentro de pouco tempo, os resultados irão comprovar ou não o que aguardo com ansiosidade e até orgulho:)
Tuesday, February 19, 2008
19 de Janeiro
Dia triste, sinto-me como tal. Começou meio cá meio lá, após uma noite mal dormida numa dôr de pescoço, para terminar na chuva que cai lá fora. E eu ainda aqui, não era suposto ser assim, o dia de hoje. Ao menos calças para a mesma trouxe, vou correr para o ginásio. Para esquecer ou para relembrar, mas vou correr.
Há um mês... estava sol e eu em Lisboa, a gozar do mesmo, a criar. Hoje não era para ser assim. Vou ler um bocado antes de me deitar, posso vir a terminar o dia melhor que o comecei. Amanhã que acorde com um sol que me queime as pálpebras! Melhores dias virão, Simão.
Há um mês... estava sol e eu em Lisboa, a gozar do mesmo, a criar. Hoje não era para ser assim. Vou ler um bocado antes de me deitar, posso vir a terminar o dia melhor que o comecei. Amanhã que acorde com um sol que me queime as pálpebras! Melhores dias virão, Simão.
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