Entre ontem e hoje varrem-me pensamentos de que é chegada a altura de repensar-me, alguns aspectos da minha vida, fazer umas perguntas que trarão de certo algum desconforto momentâneo. Aqui e ali vou encontrando pequenas deixas e sinais de que pode ser o fechar de uma estação que propicía essa... re-avaliação. Estou numa altura em que me imagino a pegar numa caneta, folha e pensamentos que me percorrem a cabeça e sentidos, terei que prestar atenção a essa necessidade e dar-lhe resposta.
É o fim de um ciclo, de alguns prazeres que se tornaram hábitos, de algumas formas de sentir que deixarão de estar lá, de um estar que já não é. Penso que me começo a aperceber disso, não tenho a certeza ainda de como reagirei e não sei muito bem o que esperar de mim próprio nesta altura. Preciso apenas de largar estas palavras para mais tarde voltar a olhar para elas, podem-me ajudar a perceber. A sentir. De vez em quando dou-me conta de que agora é assim, uma vez mais, nuns pequenos nadas recebo lembretes do que foi e do que espera que eu aceite novamente. Há peças soltas no ar que esperam agregação, o que com pensamento dedicado acontece, fazendo-me olhar para o Agora outra vez.
Hoje é um bom dia para pensar.
Thursday, September 4, 2008
Thursday, August 21, 2008
Fim de semana

Estrada a fora Km atrás de Km, chegámos a Cadaqués. Uma cidadezinha muito simpática cujo carácter eu achei muito parecido ao de Albufeira, também turística, com um forte presente no Oceano, casas brancas e simpáticas, pessoas perdidas a olhar para todo o lado nas ruas. O dia leva-nos a percorrer pelas montanhas nos trilhos demarcados, que ainda assim não nos impediu de descobrir um outro alternativo por ravina algo mais inclinada:) O farol lá esperou por uma sessão de fotos e um descanso merecido, para deixar para trás uma vista muito elucidativa do terreno e da beleza de uma pequena parte de Cap de Creus.

Ficam-me na cabeça várias coisas da visita á cidade onde cresceu e desenvolveu obra um dos meus pintores preferidos cujo primeiro nome foi Salvador - Dali, fica-me a imagem das águas mornas e cristalinas, de uma cultura presente como a de Gaudi aqui, temperatura convidativa, comida ao luar e de um hotel único na sua maneira de se apresentar e receber hóspedes. Completamente decorado com motivos "Daliescos", pôs-nos frente a frente com um manjar digno de festim real, com variedade alargada de carnes, fruta, bebidas, pães e tudo a que um par de viajantes (des)cansados tem direito antes de iniciar nova jornada. Numa amena e agradável conversa se foi recebendo a subida do sol através dos vidros que foi aquecendo o ambiente muito agradável que se vivia dentro da salinha de estar.
2º dia: outro muito bem passado entre subida á montanha para ver mais paisagens, dar uma escapada a uma praiazinha escondida, antes de seguir para Roses que (...)

to be continued assim que chegar a Portugal...
Thursday, August 14, 2008
Dia xoxo e não só...
A vontade que tenho de estar aqui hoje é... inversamente proporcional ao esforço que farei no ginásio daqui a pouco quando sair das demoradas horas que cumpri hoje. Um céu cinzento tem o seu quê de bom num verão quente e numa cidade húmida, mas de pouco serve a quem olhar para nele se inpirar. Não estou muito contente, não estou muito satisfeito, estou menos que despreocupado. Não há muita vontade para o resto do dia, na verdade. Com a sensação de moleza, sono latente e estou há umas horas a fazer muito de pouco em quase nada.
Sem vontade nenhuma para aguentar o dia até ao fim, hoje é um dia que preferia... Não, não preferia. Vou vivê-lo, por mais que me custe passar estes estados de "xoxice", chateado ou não, vou engolir. Engraçado como a cabeça pouco consegue fazer para alterar este estado, consciente ou não é nele que estou e uma análise sentado numa cadeira pouco está a ajudar. Preciso de sair daqui, estou farto de correr as mesmas rotinas "cá dentro" desde manhã, não pensei que estas situações se verificassem e não estou a gostar de as viver. Vão ser quebradas, não são para mim.
O fim de semana queria-se aventuroso, bem disposto, diferente em contexto e longe do curriqueiro e neste momento não acredito nessa versão que tinha traçado. Que desconfortável, raios. Não no céu, na mente. Depois da tempestade virá a acalmia, diz-se...
Sem vontade nenhuma para aguentar o dia até ao fim, hoje é um dia que preferia... Não, não preferia. Vou vivê-lo, por mais que me custe passar estes estados de "xoxice", chateado ou não, vou engolir. Engraçado como a cabeça pouco consegue fazer para alterar este estado, consciente ou não é nele que estou e uma análise sentado numa cadeira pouco está a ajudar. Preciso de sair daqui, estou farto de correr as mesmas rotinas "cá dentro" desde manhã, não pensei que estas situações se verificassem e não estou a gostar de as viver. Vão ser quebradas, não são para mim.
O fim de semana queria-se aventuroso, bem disposto, diferente em contexto e longe do curriqueiro e neste momento não acredito nessa versão que tinha traçado. Que desconfortável, raios. Não no céu, na mente. Depois da tempestade virá a acalmia, diz-se...
Tuesday, August 12, 2008
What the F#%*????
Eu tenho que falar disto, está-me na cabeça desde ontem, que foi quando o experienciei! Vou directo ao assunto, estou a recuperar do choque ainda:)
Sendo que a ideia subjacente á noção de actividade física envolve entre outras coisas, é a de "esforço" e de "intensidade", fiquei, fico, ficarei ainda espantado com... a inocência?... arrogância?... desplante?... de quem quer que tenha a audácia de se queixar ou de queixar-se de que não está a conseguir resultados com um nível de compromisso tão medíocre como o que presenciei ao vivo.
Esta fica para a história, mas é que fica mesmo! Achei que era incrível pela mais absoluta despreocupação e naturalidade com que assisti a tal cena, é também prova de que realmente temos uma amplitude enorme na interpretação que fazemos do mundo que nos rodeia. Até aqui isso está tudo muito bem, gosto de dar espaço á personalização e variedade de perspectivas. - Mas pergunto eu, se será deste mundo quem se senta a ler um livro numa máquina de exercícios no ginásio, e esperará de credo genuíno resultados da sessão de treinos, enquanto folheia carinhosa e lentamente as páginas do mesmo, que tem como apoio as almofadas que normalmente servem para suportar o contra peso de um corpo nele apoiado? Vou de seguida fazer uma busca por técnicas de treino, porque posso na minha incredulidade estar ímpar das mais recentes formas de conseguir uma verdadeira ligação cérebro / corpo / músculo, que de facto existe e em poucas mais modalidades mais do que no Culturismo. Olhando para a pessoa e para o seu comportamento por uns 3 ou 4 minutos, não me pareceu que fosse um caso de experiência e exploração de métodos radicais e inovadores de treino.
Já completamente transpirado e ofegante, perguntei-lhe se podia fazer uso da máquina, uma vez que tinha saltado o exercício dessa para fazer o 2º. Mas acontece que tive tempo de completar as minhas 4 séries antes que esta personagem magra e muito relaxada sequer se dignasse a agarrar a barra. Respondeu-me num tom de voz calmo e nada indicador do porquê da sua presença naquele local, que lhe faltava completar a "última" série. Voltou á introspecção da sua leitura por mais uns segundos e equilibrou o livro nas almofadas para completar o seu... não me atrevo a dizer "exercício", esse conceito define-se pelas minhas primeiras palavras no registo de hoje e o que ele fez claramente não se assemelhava com tal conceito.
Tinha que deitar isto cá para fora. Espero não voltar a ver esta situação repetida, acho que vou fazer queixa:)
Por outro lado, estou a gostar das aulas de salsa que estou a ter com a Joana. A dança é uma óptima maneira de experienciar desafio, a vários níveis, como tal não é sempre fácil gostar ou tirar desfrute da situação que nos traz desconforto, ou até mesmo - atrevo-me a dizer - sensação de desajeito para controlar certas partes do corpo:) Acaba por ser um acto terapêutico, em parte. No que á sincronía diz respeito, é unificador e recompensador. O ritmo é um óptimo coadjuvante da sincronização com a outra parte, depois de se passar pelos limites auto "impostos" e se conseguir largar das insatisfações ou descontentamentos com a insuficiência sentida ao não sentir o corpo fazer o que a cabeça idealiza. Mas é um processo em sí, da semana passada a esta vi e senti desenvolvimento. O resto do mês dirá como nos sentiremos no papel de 2 metades do par salsante:)
Faltam dias para as minhas férias, Portugal e 3 apenas para um fim de semana que se quer cheio e pleno de boas paisagens longe de Barcelona. Está na hora de ver os mapas de como ir para lá, é agora mesmo.
Sendo que a ideia subjacente á noção de actividade física envolve entre outras coisas, é a de "esforço" e de "intensidade", fiquei, fico, ficarei ainda espantado com... a inocência?... arrogância?... desplante?... de quem quer que tenha a audácia de se queixar ou de queixar-se de que não está a conseguir resultados com um nível de compromisso tão medíocre como o que presenciei ao vivo.
Esta fica para a história, mas é que fica mesmo! Achei que era incrível pela mais absoluta despreocupação e naturalidade com que assisti a tal cena, é também prova de que realmente temos uma amplitude enorme na interpretação que fazemos do mundo que nos rodeia. Até aqui isso está tudo muito bem, gosto de dar espaço á personalização e variedade de perspectivas. - Mas pergunto eu, se será deste mundo quem se senta a ler um livro numa máquina de exercícios no ginásio, e esperará de credo genuíno resultados da sessão de treinos, enquanto folheia carinhosa e lentamente as páginas do mesmo, que tem como apoio as almofadas que normalmente servem para suportar o contra peso de um corpo nele apoiado? Vou de seguida fazer uma busca por técnicas de treino, porque posso na minha incredulidade estar ímpar das mais recentes formas de conseguir uma verdadeira ligação cérebro / corpo / músculo, que de facto existe e em poucas mais modalidades mais do que no Culturismo. Olhando para a pessoa e para o seu comportamento por uns 3 ou 4 minutos, não me pareceu que fosse um caso de experiência e exploração de métodos radicais e inovadores de treino.
Já completamente transpirado e ofegante, perguntei-lhe se podia fazer uso da máquina, uma vez que tinha saltado o exercício dessa para fazer o 2º. Mas acontece que tive tempo de completar as minhas 4 séries antes que esta personagem magra e muito relaxada sequer se dignasse a agarrar a barra. Respondeu-me num tom de voz calmo e nada indicador do porquê da sua presença naquele local, que lhe faltava completar a "última" série. Voltou á introspecção da sua leitura por mais uns segundos e equilibrou o livro nas almofadas para completar o seu... não me atrevo a dizer "exercício", esse conceito define-se pelas minhas primeiras palavras no registo de hoje e o que ele fez claramente não se assemelhava com tal conceito.
Tinha que deitar isto cá para fora. Espero não voltar a ver esta situação repetida, acho que vou fazer queixa:)
Por outro lado, estou a gostar das aulas de salsa que estou a ter com a Joana. A dança é uma óptima maneira de experienciar desafio, a vários níveis, como tal não é sempre fácil gostar ou tirar desfrute da situação que nos traz desconforto, ou até mesmo - atrevo-me a dizer - sensação de desajeito para controlar certas partes do corpo:) Acaba por ser um acto terapêutico, em parte. No que á sincronía diz respeito, é unificador e recompensador. O ritmo é um óptimo coadjuvante da sincronização com a outra parte, depois de se passar pelos limites auto "impostos" e se conseguir largar das insatisfações ou descontentamentos com a insuficiência sentida ao não sentir o corpo fazer o que a cabeça idealiza. Mas é um processo em sí, da semana passada a esta vi e senti desenvolvimento. O resto do mês dirá como nos sentiremos no papel de 2 metades do par salsante:)
Faltam dias para as minhas férias, Portugal e 3 apenas para um fim de semana que se quer cheio e pleno de boas paisagens longe de Barcelona. Está na hora de ver os mapas de como ir para lá, é agora mesmo.
Monday, August 4, 2008
Spiky
Ando irritadiço, estou impaciente, rapidamente passo de um estado de espírito benéfico para outro que não é onde quero estar. Volto a não ter a certeza se é das coisas que vão acontecendo ao meu lado, se das pessoas, se de mim próprio, se de precisar de férias. Não sei. Falar disso pode ajudar, ser terapia, preciso de pôr isso cá fora porque de alguma maneira não me estou a sentir ouvido e não estou a gostar, sinto a frustração a aparecer aqui e ali. Quero estar bem, melhor, acente, certo, acompanhado, em equipa, bem dentro desta pele.
Apesar de começar por aí, não é onde quero acabar, o fim de semana foi bom de mais e deixa vontade de repetir com mais intensidade, mais alegria, esforço e procura. Espero que a semana me traga boas notícias do próximo fim de semana que se quer passado longe do centro turístico atropelado de Barcelona. Tantas pessoas num sítio, tanto ruído, tanto a passar-se à volta pode ser electrizante e nem sempre a carga é positiva. Mais uma vez, posso ser eu.
Castelldefels - finalmente uma praia com uma definição a condizer. Extensa, arenosa e espaçosa, soube bem deitar ao sol sem estar a engolir a sandália do "vizinho" nem a levar com a poeira do grupo de miúdos que joga á bola a 100m de distância. Não soube tão bem o escaldaço de ir a conduzir debaixo de sol das 3, como testemunham os meus bracinhos:) Foi por uma boa causa!
Voltar ao trabalho, hoje estou de cabeça clara para o mesmo. Comecei o dia ensonado, mas uns cafés puseram-me nos trilhos, que é onde quero continuar até ao fim da jornada de hoje. Aulas de salsa terminam o dia bem bailado a 2:)
Apesar de começar por aí, não é onde quero acabar, o fim de semana foi bom de mais e deixa vontade de repetir com mais intensidade, mais alegria, esforço e procura. Espero que a semana me traga boas notícias do próximo fim de semana que se quer passado longe do centro turístico atropelado de Barcelona. Tantas pessoas num sítio, tanto ruído, tanto a passar-se à volta pode ser electrizante e nem sempre a carga é positiva. Mais uma vez, posso ser eu.
Castelldefels - finalmente uma praia com uma definição a condizer. Extensa, arenosa e espaçosa, soube bem deitar ao sol sem estar a engolir a sandália do "vizinho" nem a levar com a poeira do grupo de miúdos que joga á bola a 100m de distância. Não soube tão bem o escaldaço de ir a conduzir debaixo de sol das 3, como testemunham os meus bracinhos:) Foi por uma boa causa!
Voltar ao trabalho, hoje estou de cabeça clara para o mesmo. Comecei o dia ensonado, mas uns cafés puseram-me nos trilhos, que é onde quero continuar até ao fim da jornada de hoje. Aulas de salsa terminam o dia bem bailado a 2:)
Wednesday, July 30, 2008
Entra Agosto.
Está para entrar um Agosto que se quer animado, divertido, preenchido, sentido, vivido. A 2. Apesar do sono que ainda sinto nestas 10 da manhã, estou ansioso que venha esse Verão cheio das suas histórias, peripécias, convívios, dias e noites quentes, mas também espero pelas férias que estou a precisar. Fazer um reset mais mental que físico, uma vez que o último depende do primeiro, ora longe das rotinas diárias e nas imediações de Barcelona, ora longe de Espanha e mais perto das minhas raízes. Até lá, quero encontrar espaço e organização para experienciar o que tenho como planos, atingir algumas metas e fazer deste um Verão inesquecível.
Gosto de acordar de manhã e percorrer o corredor da minha casa iluminado pelo sol que entra da sala, é sempre uma visão “fílmica” que desfruto ao cambalear a caminho da casa de banho, onde esfrego os olhos para mais uma aula de Espanhol. Em 5 minutos me tenho pronto e a zunir para o escritório, que chega 15 depois. Sabe bem ser levado pelo meu punho, mais ou menos depressa, é um prazer que me dá prazer esquecer que existe e tenho. Coisas simples, de vez em quando redescubro-as e gosto de o fazer outra e outra vez. É isso que o fim de semana reserva, se conseguir reservar:)
United Abominations – grande álbum, grande Dave Mustaine, grande banda. Grande mesmo! É o corolário da história e vida de uma das minhas mais seguidas, com os seus altos e baixos, resistência ao tempo, muitas alegrias e dissabores, genialidade musical, motivações, erros, renascer. Tenho que exaltar o valor, admiro-os tanto mais depois de ver o seu percurso, investigar, ver documentários, críticas, ouvir na 1ª pessoa, ler as suas letras. Agora, faz ainda mais sentido voltar a ouvir cada álbum, cada música com uma luz mais abrangente, com outra compreensão, um conhecimento aprofundado. Voltar aos seus primórdios e passear com cada sonoridade até hoje faz muito sentido, percebe-se mais. Acho incrível, de verdade. Tem sido uma semana Megadeth, claramente!

http://www.megadeth.com
Gosto de acordar de manhã e percorrer o corredor da minha casa iluminado pelo sol que entra da sala, é sempre uma visão “fílmica” que desfruto ao cambalear a caminho da casa de banho, onde esfrego os olhos para mais uma aula de Espanhol. Em 5 minutos me tenho pronto e a zunir para o escritório, que chega 15 depois. Sabe bem ser levado pelo meu punho, mais ou menos depressa, é um prazer que me dá prazer esquecer que existe e tenho. Coisas simples, de vez em quando redescubro-as e gosto de o fazer outra e outra vez. É isso que o fim de semana reserva, se conseguir reservar:)
United Abominations – grande álbum, grande Dave Mustaine, grande banda. Grande mesmo! É o corolário da história e vida de uma das minhas mais seguidas, com os seus altos e baixos, resistência ao tempo, muitas alegrias e dissabores, genialidade musical, motivações, erros, renascer. Tenho que exaltar o valor, admiro-os tanto mais depois de ver o seu percurso, investigar, ver documentários, críticas, ouvir na 1ª pessoa, ler as suas letras. Agora, faz ainda mais sentido voltar a ouvir cada álbum, cada música com uma luz mais abrangente, com outra compreensão, um conhecimento aprofundado. Voltar aos seus primórdios e passear com cada sonoridade até hoje faz muito sentido, percebe-se mais. Acho incrível, de verdade. Tem sido uma semana Megadeth, claramente!

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Wednesday, July 23, 2008
Rebúncio time

Caro blog, passou tempo demais desde a minha última entrada. Como podes ver, tenho andado ocupado, ás vezes preocupado, mas esforçado por ser determinado. (Estou a sentir uma leve brisa a Eminem no ar... :) De qualquer maneira a vida tem trazido as suas rotas "cá dentro", em casa, no trabalho, tenho recebido boas novidades e algumas das outras. Este fim de semana eu e a Joana vimos o Panda Kung Fu relembrou-me, marcou-me, gostei muito de o ver. Uma das frases que me ficou do mestre é que "não há boas novidades ou más novidades. Apenas novidades.", de onde deduzo e concordo que depende do contexto quão boas ou más serão as novidades, de nós saber aceitar e lidar com elas.
Estou no fim de uma competição física amigável que me lança uma óptima base para o próximo mês ou 2. Ainda dentro do escritório, uma promoção traz para além de outras coisas, cumprimentos de colegas, sentido de realização, humildade. Há muito mais para fazer e alcançar, mas é um degrau subido.
Entre viagens aos touros de Pamplona, vontade de me aperfeiçoar e alguma desorganização na minha gestão de freelances, vou sentindo algum stress e temperamento curto para algumas situações. Serão férias o que procuro, ou poderá ser anisiedade de querer fazer muito e dispersar-me no caminho. Penso que não me fará mal parar um bocado, obrigar-me a clarear, voltar a ouvir silêncio interior.
Até já, blog.
P.S. - não percebo porque não encontro uma definição de "rebúncio" na wikipedia ou nos dicionários. É um termo largamente utilizado nesta zona do planeta (por 2 alminhas loucas o suficiente para a terem criado) que define algo muito específico e comum, daí estranhar não encontrar ainda a culturalização e difusão desse conceito.
:)
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