Se já tinha reparado no aeroporto há dias porque tudo parece andar ás avessas para mim ultimamente, ontem levei nova dose de “reality check”. Numa conversa telefónica, fui bombardeado com a milícia de queixumes, problemas e impossibilidades. Nada de novo, tudo repetido e já dito, os habituais “não posso”, “não consigo”, não sei”, “eles não me___”, “está tudo lixado”, etc… Preciso escolher bem as alturas para falar com certas pessoas, ao fim de um dia de trabalho é como pedir gentilmente a um ferreiro para me dar uma martelada na cabeça. Não é bem isso que quero atrair para a minha realidade. Vê-lo do lado de fora ajudou-me a ganhar consciência novamente.
Por outro lado, também tinha passado algum tempo de manhã a falar ao telefone de planos para férias, hipóteses e destinos de viagens, o que foi bom para marcar o tom positivo para o dia. Para já e depois de acertados os pormenores iniciais das férias, quero garantir presença no concerto do Ben Harper, "cá" ou "lá". 2 dias e um par de centenas de euros separam uma possibilidade da outra.
"You bring about what you think about", dizia o outro (já não sei se um Bob Proctor, se um Jack Canfield, algum dos gurús da Lei da Atracção), o que é tão verdade como eu estar a escrever isto, e como tal, os resultados começam a aparecer. Vêm-se manifestando resultados de uma mudança de posição no plano emocional e psicológico, a história do aeroporto funcionou bem como ilustração para o que devo ter em atenção. As dificuldades, resistências e atritos dos últimos tempos estão a perder eficiência face a uma mudança da forma como eu os vejo e principalmente como eu os encaro. Finanças, taxas, impostos e afins são taboo para mim, não gosto de falar deles, de lhes sentir a presença e em geral evito querer saber mais do que ouço os outros falarem. Tratei de me resolver nesse campo e a semana passada lá fui dar início á minha vida contabilística perante as Finanças Espanholas, enfrentar o "bicho que morde". Para minha surpresa e até diga-se recompensa, sou presenteado com um processo menos penoso do que pensava ou temia. Normalmente desconexo como o nosso próprio, onde se passa algum tempo de uma fila para outra até se voltar á primeira de onde de veio, deparo-me com a informação verdadeiramente surpreendente e inédita de que, pela 1ª vez na minha vida contabilística... tenho dinheiro a receber!! :) Não sendo uma fortuna, é algo que vem encorajar a mudança de posição em relação a todo o processo. Fiquei contente.
Junto isto a outros pequenos "nadas" e consolido algo que estou desde o princípio desta "entry" a pôr á luz do dia. Preciso de desmistificar e enfrentar os meus medinhos e fantasmas, que acabam por ser oportunidades para seguir á frente. Há dias a promoção que recebi do processo de avaliação recente na empresa também me reconhece e motiva a continuar o empenho com que trabalho diariamente. - Um a um, vou saltando as barreiras que se deparam comigo. Recebi notificação de compensação por parte da Vueling devido ao atraso de bagagem aquando de uma vinda de Lisboa no início de Junho. Mandei para Madrid um mp3 defeituoso que encomendei dos US e que me estava a meter medo por não ter a certeza de que teria concerto entre Espanhóis.
Falando neles, estão de parabéns, diga-se em alto e bom som!! Tiveram o grande mérito de tirar a Alemanha do seu próprio jogo, deixando-os incapazes de agir e funcionar como unidade bem mecanizada que tão frequentemente se gabam de ser. Espanha é o novo Campeão Europeu de Futebol, que aprendamos nós Portugueses, algo com esta experiência.
Tuesday, July 1, 2008
Wednesday, June 25, 2008
There are no coincidences
I come to a point where "coincidence" is just a word that I´ve learned along the way. It does not fit in my conscious vocabulary any longer... The strings of latest happenings consolidate a knowledge acquired a couple of years back, today that same fact is brought to my attention once more.
On the way to work I finally finished reading a very interesting and useful book which sheds some light on gender specific communication, namely between Men and Women. Its old cape and yellowed pages look seems to contain learnings that still hold truth today, to the best of my experience in that field. And I´m sure that by reading "You Just Don´t Understand Women and Men in Conversation" one gets a more detailed perspective on how and why we so many times fall in each others "traps". It´s simple to read, not so easy to apply or keep in mind when "translating" in real time. But it´s a work in progress.
Back to coincidences. The string of latest happenings bring me back to my childhood and lifetime friend, the very owner of this book who so coincidently I thought of today in the metro. Alicia, you came up again later on in my Spanish class this morning. I realised right before my colleagues that you´ve been my friend since... (my) forever! By explaining to others in Castellano, I was reminded myself of what we used to do as children, the places we´ve been in, our trips, visits, games, so on. An exercise with interaction had me going back to Cascais and to the very origins of what is our relationship, all in the same morning that I "coincidently" happened to pick up your book again.
The question was really simple and an immediate "no" almost blurted out of my mouth, in reply to a "Do you keep in contact with any of your hometown childhood friends?" - It was then. The coming out of the house with your book in hand, which teachings I now resort to in my hour of need, made me think and program myself to send you an e-mail, simply to say that I´ve finished it today. And in class, it clicked. It´s not coincidence, I guess. Well, thank you. For more than the very interesting read, of course. It was a joy that I felt came at the very right time.
It´s no coincidence I finished the read today, nor is the loss of the bag with wallet, money, mp3s, Portuguese and Spanish documents, cards, keys, when coming from Portugal, nor is the event me and Joana went see there. Nor the vibes and feelings I´ve been feeling lately, nor are the Spanish innerworkings I´ve been experiencing. I´ve been told it´s life testing me. I´ve acknowledged through experience I´m the one attracting this onto myself. As all the other goodies, too! Here I am, no coincidence.
My arrival from Portugal was everything but peaceful or settling. Disturbing about describes the feelings that took over me when going through a luggage mental checklist, while walking to the train. I was taken by shock. Something about the powerless feel of the situation that makes you want to panic, or even blame something or someone for that. I ran, back to the door I came from. Of no use any longer, the route is now another. I find myself after a while, anxiously waiting by the lost and found helpdesk to open to the public, I´m thinking how I had "everything" just 20 mins ago, all condensed and practically stuffed in my little bag. How quickly that can be taken from you in a brief 10 mins that it takes you to walk out of the arrivals area. These moments tend to have a strange power of making you define what loss means to you. - irritation may cross your way too - They also make you become aware of what and who you have in your life. It did to me. I chose not to loose.
Breathe, just breathe. Center. Here is the moment.
Yet again I put to practice what has helped me recover lost goods in the past. After a couple of phone calls, I monitor the expression and body language of the lady reaching the crew of the plane on her desk. It seems positive.
Yet again, I become thankful. The bag is found. Yet again I feel thankful. It´s no coincidence - that´s how I like to believe.
On the way to work I finally finished reading a very interesting and useful book which sheds some light on gender specific communication, namely between Men and Women. Its old cape and yellowed pages look seems to contain learnings that still hold truth today, to the best of my experience in that field. And I´m sure that by reading "You Just Don´t Understand Women and Men in Conversation" one gets a more detailed perspective on how and why we so many times fall in each others "traps". It´s simple to read, not so easy to apply or keep in mind when "translating" in real time. But it´s a work in progress.
Back to coincidences. The string of latest happenings bring me back to my childhood and lifetime friend, the very owner of this book who so coincidently I thought of today in the metro. Alicia, you came up again later on in my Spanish class this morning. I realised right before my colleagues that you´ve been my friend since... (my) forever! By explaining to others in Castellano, I was reminded myself of what we used to do as children, the places we´ve been in, our trips, visits, games, so on. An exercise with interaction had me going back to Cascais and to the very origins of what is our relationship, all in the same morning that I "coincidently" happened to pick up your book again.
The question was really simple and an immediate "no" almost blurted out of my mouth, in reply to a "Do you keep in contact with any of your hometown childhood friends?" - It was then. The coming out of the house with your book in hand, which teachings I now resort to in my hour of need, made me think and program myself to send you an e-mail, simply to say that I´ve finished it today. And in class, it clicked. It´s not coincidence, I guess. Well, thank you. For more than the very interesting read, of course. It was a joy that I felt came at the very right time.
It´s no coincidence I finished the read today, nor is the loss of the bag with wallet, money, mp3s, Portuguese and Spanish documents, cards, keys, when coming from Portugal, nor is the event me and Joana went see there. Nor the vibes and feelings I´ve been feeling lately, nor are the Spanish innerworkings I´ve been experiencing. I´ve been told it´s life testing me. I´ve acknowledged through experience I´m the one attracting this onto myself. As all the other goodies, too! Here I am, no coincidence.
My arrival from Portugal was everything but peaceful or settling. Disturbing about describes the feelings that took over me when going through a luggage mental checklist, while walking to the train. I was taken by shock. Something about the powerless feel of the situation that makes you want to panic, or even blame something or someone for that. I ran, back to the door I came from. Of no use any longer, the route is now another. I find myself after a while, anxiously waiting by the lost and found helpdesk to open to the public, I´m thinking how I had "everything" just 20 mins ago, all condensed and practically stuffed in my little bag. How quickly that can be taken from you in a brief 10 mins that it takes you to walk out of the arrivals area. These moments tend to have a strange power of making you define what loss means to you. - irritation may cross your way too - They also make you become aware of what and who you have in your life. It did to me. I chose not to loose.
Breathe, just breathe. Center. Here is the moment.
Yet again I put to practice what has helped me recover lost goods in the past. After a couple of phone calls, I monitor the expression and body language of the lady reaching the crew of the plane on her desk. It seems positive.
Yet again, I become thankful. The bag is found. Yet again I feel thankful. It´s no coincidence - that´s how I like to believe.
Friday, May 23, 2008
Careers at Vista Print
Hoje recebi boas notícias, basicamente uma forma de reconhecimento pelo trabalho desenvolvido nos ultimos 3 meses. Estou contente, é merecedor de atenção e é também um bom desfecho para uma semana comprida. Aqui fica o meu obrigado á entidade de quem vem o mesmo:)
Thursday, May 22, 2008
It´s a fine day
...para um almoço de paella num tasco local, bem preparada, bem servida e parcamente paga! É bom saber que existem ainda sítios no mundo chamado civilizado e moderno onde ainda se servem especialidades destas a 2€!! Uma ridicularia que me deixou surpreendido ao olhar incrédulo para o menú. Não é o ambiente mais selecto onde já degustei cozinha espanhola mas acaba por ser um daqueles sítios que gostamos de apelidar de "castiço", onde o ambiente apenas torna a refeição mais rústica, entre trabalhadores da construção civil e cadeiras baixas e muito juntas entre elas.
Parabéns ao Manchester, ao "puto" Ronaldo por ter marcado (falhar também é normal, deixa lá isso, a lição vai-te ficar) e ao Nani por se ter juntado em campo aos 3 Tugas que disputaram essa grande final dos Campeões Europeus. Bom jogo!
Escritório a experienciar dores de crescimento, alguns departamentos atravessam uma reformulação, algumas pessoas são realocadas, e o espaço no 6º começa a parecer que está quase preenchido. Daqui de cima, nãp se vê senão um horizonte descoberto e azul, iluminado pelo sol que já se começa a destapar. Algumas peças fundamentais (entendam-se pessoas) estão de chegada dos US, como também haverão umas poucas a voltarem á sua "casa de partida" e fala-se de expansão para o continente asiático a médio longo prazo. A informação que tramita no entanto é em quantidade suficiente para lhe perder rasto e algumas vezes desconcentrante. Reunião aqui, novo processo / ferramenta ali, novo empregado/a, parabéns, e-mails para trás e para a frente... Estou a precisar de arrumar a secretária.
Parabéns ao Manchester, ao "puto" Ronaldo por ter marcado (falhar também é normal, deixa lá isso, a lição vai-te ficar) e ao Nani por se ter juntado em campo aos 3 Tugas que disputaram essa grande final dos Campeões Europeus. Bom jogo!
Escritório a experienciar dores de crescimento, alguns departamentos atravessam uma reformulação, algumas pessoas são realocadas, e o espaço no 6º começa a parecer que está quase preenchido. Daqui de cima, nãp se vê senão um horizonte descoberto e azul, iluminado pelo sol que já se começa a destapar. Algumas peças fundamentais (entendam-se pessoas) estão de chegada dos US, como também haverão umas poucas a voltarem á sua "casa de partida" e fala-se de expansão para o continente asiático a médio longo prazo. A informação que tramita no entanto é em quantidade suficiente para lhe perder rasto e algumas vezes desconcentrante. Reunião aqui, novo processo / ferramenta ali, novo empregado/a, parabéns, e-mails para trás e para a frente... Estou a precisar de arrumar a secretária.
Tuesday, May 20, 2008
Solzinho bom

Estou com falta de música nova. Uns CDs variados para adicionar á discoteca pessoal, ando a precisar de renovar stock. Comprar na net é uma opção, pode passar por aí. Estou um pouco fora do que se tem feito de novo, apenas 2 referências que tenho em mente neste preciso momento e que tenho curiosidade de saber no que deu. Megadeth com mais um lineup que de original tem o fundador. Sonic Syndicate é também boa malha, estes suecos dão-lhe bem.
O meu caminho dos 10% está a suavizar, vou a cada dia que passa entrando mais e mais na mentalidade de não me deixar ir em impulsos de comer cada especialidade que me passa á frente e (re)educar-me com o garfo na mão. Vou fazendo progressos, o espelho tem sido a maior fonte de feedback até agora, e se por um lado ainda estou longe do que quero e pretendo, por outro estou mais perto do que ontem. O progresso é para continuar, o cardio é para aumentar, o músculo para ficar. O Burnthefatinnercircle.com é a minha mais recente aquisição no que diz respeito a ferramentas para me assistir na minha busca pelo melhor físico até á data. Vai custar, mas vai-me dar muito gozo. Mais logo há futebol.

A população do 7º acabou de aumentar em 2, junta-se o Dept. Financeiro. Mal se dá por ele, são mais caladas que uns ratos, elas. Acho que a frase mais completa que me dirigiram terá sido um "Have a nice day" á saida do elevador:)))
Fim de semana passado a passear, sheeshar, ver umas partidas de basket e aproveitar o dia dos Museus. Fomos ao Palau del Mar, onde havia concerto, de onde seguimos para o Kasbah e seguidamente um Mondo que estava bem povoado mas não demasiadamente cheio. Foto aqui, foto ali. Máquina nova que dá boas indicações de ter valido bem a pena o investimento. Está na hora de começar a preparar a ida a Portugal.
Tuesday, May 13, 2008
Dia cinzento
Hoje é um daqueles dias que custou a começar. Difícil manter cabeça levantada, não sei especificamente porquê, mas os geralmentes sei quais são. Uma panóplia de pequenos casos, dificuldades e mal entendidos "lost in translation" desgastam-me há bastante tempo e a apatia exterior não ajuda á interna. Não consegui AINDA resolver o assunto da internet, não sei a quem me dirigir, o que dizer, fazer. De vez em quando pergunto-me como é que este país se projectou com tanta evidência sobre o mundo, temos tanto em comum que só falta mesmo o sotaque para completar a obra. Claro está, se tivesse o sotaque secalhar já me tinha desenvencilhado dos "lost in translation"s, mas assim não se tente compreender melhor o que me diz o comerciante, se o mande "a la mierda, coño" ou simplesmente encha o pulmão com mais uma lufada de ar e esperança que se consegue resolver o embróglio a bem.

É um padrão cansativo. - Até as palavras se repetem, o famoso e incómodo "Pooois, não sei... Não sei o que lhe dizer... nós aqui não podemos resolver isso... só se ligar para o XXXX etc" - mas que raio! Ninguém assume a responsabilidade por estas partes, descartar é um verbo activo e bem posto em práctica pela maior parte dos estabelecimentos comerciais, "atendimento" é um conceito que não encontra sinónimos em muitos sítios e não tem sequer significado em serviços públicos. Estou desolado com a forma como essas grandes marcas passeiam impunemente pelo monopólio total, agravado pela falta de concorrência.
Bateu-me na cabeça meio de lado, a ideia. De voltar, ir mais uma vez á loja da Orange e pedir ao vendedor para me fazer o obséquio de me acompanhar até 2 portas á frente, á Telefónica. Recostar-me e pô-los a conversar! Só para ver o que sairia dalil. Gostaria de pôr o video dessa desinformação no youtube, poderia dar mais uma paródia daquelas como a bendita senhora brasileira que tenta repetir a fonética desse mesmo site. "dábliu dábliu dábliu pontu tupon iútubíu!" - oferecer umas gargalhadas valentes aos patriotas, nem que fosse para ver que se estes amblíopes linguísticos conseguiram "pôr-se" no mapa, porque será que não conseguimos nós, com todo o nosso talento para as linguas!
Menos humourístico agora, gostaria de saber até que ponto da conversa chegariam. E se, por algum acaso, resultaria uma conclusão acerca do próximo passo a tomar.

É um padrão cansativo. - Até as palavras se repetem, o famoso e incómodo "Pooois, não sei... Não sei o que lhe dizer... nós aqui não podemos resolver isso... só se ligar para o XXXX etc" - mas que raio! Ninguém assume a responsabilidade por estas partes, descartar é um verbo activo e bem posto em práctica pela maior parte dos estabelecimentos comerciais, "atendimento" é um conceito que não encontra sinónimos em muitos sítios e não tem sequer significado em serviços públicos. Estou desolado com a forma como essas grandes marcas passeiam impunemente pelo monopólio total, agravado pela falta de concorrência.
Bateu-me na cabeça meio de lado, a ideia. De voltar, ir mais uma vez á loja da Orange e pedir ao vendedor para me fazer o obséquio de me acompanhar até 2 portas á frente, á Telefónica. Recostar-me e pô-los a conversar! Só para ver o que sairia dalil. Gostaria de pôr o video dessa desinformação no youtube, poderia dar mais uma paródia daquelas como a bendita senhora brasileira que tenta repetir a fonética desse mesmo site. "dábliu dábliu dábliu pontu tupon iútubíu!" - oferecer umas gargalhadas valentes aos patriotas, nem que fosse para ver que se estes amblíopes linguísticos conseguiram "pôr-se" no mapa, porque será que não conseguimos nós, com todo o nosso talento para as linguas!
Menos humourístico agora, gostaria de saber até que ponto da conversa chegariam. E se, por algum acaso, resultaria uma conclusão acerca do próximo passo a tomar.
Friday, May 2, 2008
6ª feira atípica
Hoje não foi dia de correr no metro, ziguezaguear pelos corredores entre sentidos de circulação, dar uns encontrões ou acotovelar para chegar á frente. É claramente uma ponte de um feriado, de sí muito bem passado e desfrutado com a Joana e actividades, calmo no seu início e pacífico na recepção ao fim de semana. Dezenas de Kms de filas nas autoestradas deste país (e tenho a certeza que não só) ajudam a explicar o "fenómeno" de hoje, quantidades de gente aproveitou o Dia do Trabalhador para se pôr a caminho de um fim de semana mais comprido. As ruas sabem-no. Soube bem, vir a caminhar, ler e ter tempo para não correr até cá chegar.
Vamos então a esse dia, com o seu pequeno almoço servido daqui a pouco e que se quer acabado em beleza. Entenda-se bem transpirado, exausto, vindo do ginásio pronto para fazer da noite algo de divertido.
Note: estou bem encaminhado no meu caminho. Na minha conquista, dos 10%!
Vamos então a esse dia, com o seu pequeno almoço servido daqui a pouco e que se quer acabado em beleza. Entenda-se bem transpirado, exausto, vindo do ginásio pronto para fazer da noite algo de divertido.
Note: estou bem encaminhado no meu caminho. Na minha conquista, dos 10%!
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